Reprodução Social e a Pandemia, com Tithi Bhattacharya

O coronavírus tornou claro como o cuidado e “life-making work”1 são os trabalhos essenciais da sociedade.

Sarah Jaffe, 2 de Abril 2020

Entrevista originalmente publicada pela Dissent Magazine, tradução livre de Clara Sandra

A pandemia do coronavírus revelou para muitos de nós, com brutal lucidez, a rapidez com que a sociedade pode mudar, e com o que podemos – ou não – viver sem. Afinal, podemos colocar grandes partes da economia capitalista em espera, enquanto os recursos são redirecionados para a Saúde. Muitas das coisas que anteriormente nos foram negadas com o argumento de impossibilidade – desde a libertação de presos e suspensão de rendas e hipotecas, a simplesmente fornecer a todo o país um cheque – estão a ser colocadas em prática. 
Tithi Bhattacharya tem pensado já há algum tempo sobre como seria uma sociedade orientada para as vidas humanas em vez das necessidades do todo-poderoso mercado. Bhattacharya é professora de História e diretora de Estudos Globais na Universidade de Perdue, co-autora do Feminismo para os 99%: Um Manifesto (que está disponível em e-book, sem custos na Verso Books2), faz parte do conselho editorial do recém formado Jornal Spectre e editora do recentemente publicado Teoria da Reprodução Social: Remapear Classe, Recentrar Opressão3. Conversámos sobre o que a teoria de reprodução social nos pode ensinar sobre o momento atual, que reivindicações devem ser colocadas pela Esquerda e como podemos usar essas lições para evitar uma catástrofe climática.

***

Sarah Jaffe: Para começar, explica brevemente o que é a Teoria da Reprodução Social. 


Tithi Bhattacharya: A melhor forma de definir a reprodução social são as atividades e instituições necessárias para criar, manter e geracionalmente substituir a vida. Eu chamo-lhe “life-making”. 

Life-making” no seu sentido mais direto é dar à luz/parir. Mas para manter essa vida, temos necessidade de todo um conjunto de outras atividades, como limpar, comer, cozinhar e lavar roupas. Existem exigências de instituições físicas: uma casa para viver, transportes públicos para deslocações várias, locais de recreação, parques, programas pós-escolares. Escolas e hospitais são instituições fundamentais para manter e criar vida.

A estas atividades e instituições que estão envolvidas no processo de criar vida chamamos trabalho de reprodução social e instituições de reprodução social. A reprodução social é um enquadramento social. É uma lente através da qual olhamos o mundo à nossa volta e tentamos percebê-lo. Permite-nos localizar a fonte de riqueza na nossa sociedade que são a vida humana e o trabalho humano. 

O enquadramento capitalista, ou a lente capitalista, é o oposto de “life-making”: é a produção de coisas ou de lucro. O capitalismo questiona: “Quantas mais coisas podemos produzir?” porque as coisas trazem lucro. A importância não é sobre o impacto que essas coisas podem ter para as pessoas, mas como criar um império de coisas onde o capitalismo é um necromante reinante supremo. 

A maioria das atividades e os trabalhos no setor de reprodução social – como cuidados, educação, limpezas – são dominados por trabalhadoras/mulheres. E porque o capitalismo é um sistema baseado na criação de coisas e não na criação/manutenção da vida, estas atividades e estas trabalhadoras são severamente subvalorizadas. Trabalhadoras de reprodução social são as mais mal pagas, são as primeiras a serem despedidas, enfrentam assédio sexual constante e muitas vezes sofrem violências directas. 

Sarah Jaffe: Estamos num momento em que carniceiros como Glenn Beck dizem que estariam contentes em morrer desde que o capitalismo continuasse a funcionar, fazendo tudo o que dizes bastante claro.


Tithi Bhattacharya: A crise do coronavírus foi tragicamente clarificadora em dois aspetos. Primeiro, esclareceu aquilo que as feministas da reprodução social têm vindo a afirmar, que é a essencialidade que o trabalho de reprodução social e cuidado têm na sociedade. Agora que estamos sobre um confinamento ninguém diz: “Precisamos de corretores e bancários de investimento. Vamos manter esses serviços abertos!”. Dizem “Vamos manter as enfermeiras, as mulheres das limpezas, os serviços de limpezas sociais e produção de comida a funcionar!” Comida, combustível, habitação e higiene: estes são os “serviços essenciais”. 

A crise também revelou, de forma trágica, como o capitalismo é completamente incapaz de lidar com uma pandemia. Está orientado para maximizar lucro ao invés de manter vida. [O capitalismo] argumenta que as grandes vítimas não são as incontáveis vidas perdidas, mas a sangrenta economia. A economia, parece, é a criança vulnerável que todos, desde Trump a Boris Johnson, estão preparados para proteger com espadas brilhantes. 

No entretanto, o setor  dos cuidados de saúde tem sido devastado nos Estados Unidos pelas privatizações e medidas de austeridade. Diz que as enfermeiras têm de fazer máscaras em casa. Eu sempre disse que o capitalismo privatiza a vida e a criação de vida, mas eu acho que precisamos de repensar essa frase após a pandemia:

“O capitalismo privatiza a vida, mas também socializa a morte”

Sarah Jaffe: Queria falar um pouco mais sobre como o trabalho de cuidado e estas formas de reprodução social são subvalorizadas. O governador da Pensilvânia tinha uma lista de negócios de sustentabilidade da vida a quem era permitido ficar aberto. Trabalhadores sanitários abandonaram o posto porque não tinham equipamentos de proteção. A nossa tendência para subestimar este trabalho é afetado, mas também afeta, o que pensamos sobre as pessoas que o fazem.

Tithi Bhattacharya: Os lares e a indústria de cuidados assistidos admitem cerca de 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Grande parte dessas pessoas estão associadas ao Medicare. O New York Times reportou, recentemente, que 380.000 pacientes morrem, anualmente, de infeções em instituições de cuidados continuados que se recusam a investir em processo de saneamento e higienização. Estas entidades têm um grande papel no escalar de epidemias. Combinemos isso com o fato de, nos Estados Unidos, 27 milhões de pessoas não terem cobertura médica. 

Cerca de 90% das trabalhadoras de cuidados domiciliários e assistentes de enfermagem nos Estados Unidos, são mulheres. Mais de 50 por cento delas são mulheres racializadas. Não estou certa – ninguém está – de quantas delas são migrantes sem documentação. São duplamente vulneráveis, em despedimentos e fiscalizações da ICE4. Em média, estas mulheres ganham $10 (€8,39) à hora, enquanto os banqueiros estão sentados em casa. 

Durante a crise, precisamos fazer exigências, como por exemplo, institucionalizar aquilo a que eu ando a chamar “salário pandémico” para trabalhadores de cuidados. Estes estão a arriscar as suas vidas. Precisam de um salário mais substancial. Investimento imediato nos hospitais e serviços médicos, tentar nacionalizar os serviços de saúde privados, como foi feito na Espanha. Providenciar cuidados infantis e ajuda financeira imediata para toda a gente, especialmente trabalhadores essenciais que têm que se manter a laborar. E suspensão das fiscalizações do ICE e as deportações. 

Isso impede o acesso das pessoas à saúde – o medo de ir a um médico por receio que isso leve o ICE até elas. A Irlanda e Portugal institucionalizaram leis a estender todos os visas e aboliram o estatuto de imigrante não documentada. São estes os modelos que devemos adotar. 

Sarah Jaffe: Um dos grandes surtos no estado de Washington aconteceu por causa dos múltiplos trabalhos que os cuidadores tinham, fazendo com que o vírus se propagasse em vários lares e instituições de cuidados. Não ser suficientemente pago num trabalho está a causar uma maior propagação do vírus. 

Tithi Bhattacharya: O vírus é, de certa forma, democrático. Afetou até o Príncipe Carlos. No entanto, isto não nos deve enganar e fazer acreditar que o acesso à cura será tão democrático quanto o vírus. Como qualquer outra doença sobre o capitalismo, a pobreza e o acesso à saúde irão determinar quem vive e quem morre. 

Irá ter um efeito devastador no meu país – Índia. O primeiro-ministro fascista Narendra Modi acabou de ordenar um confinamento de vinte e um dias. Todas as cidades estão essencialmente fechadas. O que acontece aos trabalhadores migrantes? Tem Modi um plano para estas pessoas? Não. Milhões de trabalhadores migrantes estão literalmente a atravessar o país de oeste a leste, caminhando em filas pelas ruas, para voltar para as suas vilas nativas. Modi fechou todas as formas de transporte público e privado para os impedir de voltar para casa, pois podem transmitir a doença. Garantiu, no entanto, que os índios que viviam fora da Índia –  indianos de alta e média classe social – fossem mandados para casa. Existiram voos especiais, foram criadas excepções que permitiram voos de aterrar ainda que o fecho dos aeroportos tenha sido anunciado e vistos especiais foram emitidos. 

Esta é a forma como um número de governos do Sul Global vai lidar com os seus pobres. Vamos ver a doença a perseguir os bairros sociais/bairros de lata em Calcutá, Mumbai, Joanesburgo e outros. Já se ouvem declarações dos nossos líderes de como o vírus é uma forma do planeta recuperar, de se livrar dos indesejados. Isto é um chamado eugenista à limpeza social dos mais pobres e dos mais fracos. 

Sarah Jaffe: O que nos demonstra não é que as emissões vão diminuir sem pessoas – pois a maioria das pessoas não está a morrer. O que nos mostra é que o mundo é mais saudável com menos trabalho, porque as pessoas estão só a fazer o trabalho que cria vida. 

Tithi Bhattacharya: Esse argumento que o coronavírus é um botão de reset para a Terra é um argumento ecofascista. O que deveria ser é um botão de redefinição da organização social. Se o vírus passar e voltarmos à vida como era antes, então tudo isto não nos ensinou nada.

Por ser necessário ficar em casa, podemos encontrar beleza e tempo para desfrutar daqueles com quem compartilhamos a nossa casa. Mas não podemos esquecer que as casas sob o capitalismo, embora forneçam segurança e proteção, também são palcos de uma violência incrível. Há dois dias atrás, recebi um e-mail de um abrigo local contra violência doméstica, onde costumava ser voluntária, perguntando se consideraria voltar, pois antecipam um aumento no número de casos.

As minhas camaradas feministas no Brasil, Sri Lanka e Índia  relatam o mesmo: um aumento nos abusos domésticos por causa da pressão causada pela vivência conjunta. Não precisamos de isolamento social. Precisamos de isolamento físico e solidariedade social. Não podemos ignorar o vizinho idoso que mora do outro lado da minha rua; pode não ser seguro para ele ir ao supermercado. Não podemos ignorar a nossa colega de trabalho que chega ao trabalho com demasiada maquilhagem ao redor dos olhos e diz que bateu com a cabeça em uma porta. Precisamos acompanhar regularmente estas pessoas.

As pessoas fazem isso voluntariamente, apesar dos nossos governantes fazerem o mínimo possível para realmente os encorajar. Professores passam pela casa dos alunos, acenando e dizendo: “Vai ficar tudo bem!” O meu distrito escolar, como muitos outros, fornece refeições para qualquer pessoa com menos de dezoito anos. No meu estado, fazem entregas em casa. Isto não é algo que o governo federal ou qualquer político tenha feito. São professores e distritos escolares que estão a decidir fazer isso sozinhos. Há atos brilhantes de solidariedade, amor e cuidado que estão a florescer nesta tremenda crise. Estes são os nossos recursos de esperança.

Sarah Jaffe: Estou me agora a perguntar sobre o trabalho doméstico, porque temos uma situação em que muitos desses trabalhos “essenciais” que as pessoas ainda fazem são feitos por mulheres. E o trabalho de cuidado pelo qual essas mulheres normalmente são responsáveis ​​em casa agora está a ser feito pelos seus repentinamente menos “essenciais” maridos. Que perspetiva isso traz para a compreensão sobre o trabalho de reprodução social?

Tithi Bhattacharya: Joan C. Williams fez um estudo interessante que indica que os homens da classe trabalhadora fazem mais que os homens de classe média. Os homens da classe média gabam-se, enquanto os da classe trabalhadora não gostam de admitir, porque é trabalho das mulheres.

Eu pergunto-me se esse taboo será enfraquecido. As mulheres fazem nove horas a mais de trabalho doméstico do que os homens por semana, em média, nos Estados Unidos. Essas nove horas podem mudar, mas pergunto-me se a atitude vai mudar. Os homens ficarão orgulhosos de manter a família unida enquanto suas parceiras mantêm o mundo a funcionar? 

Sarah Jaffe: Umas das razões para os homens não admitirem esse trabalho – como disseste – é que é um trabalho de mulheres. Muito desse trabalho também é racializado. Muitas das pessoas que estão a fazer esse trabalho de cuidar são mulheres imigrantes, mulheres racializadas. 

Tithi Bhattacharya: Nos Estados Unidos é racializado. Em outras partes do mundo, por exemplo na Índia, ainda são mulheres migrantes e as mais pobres e de casta inferior. São as mais vulneráveis de qualquer sociedade, que fazem este trabalho. Os seus salários e benefícios refletem isso. 

Em termos de reprodução social, muitas das tarefas que nós precisamos que aconteçam diariamente são feitas por mulheres racializadas. Não seríamos capazes de comer, andar pelas ruas, ter as nossas crianças e ter os nossos idosos cuidados, ter as nossas casas e hotéis limpos, sem mulheres migrantes e racializadas. 

Este trabalho de construção do mundo é completamente ignorado pelo Capitalismo.

Sarah Jaffe: Ouvimos muito agora sobre esta crise ser como uma guerra. Mas o economista James Meadway refere-se a ela como uma economia antiguerra, porque o que temos que fazer é o oposto da guerra. Precisamos reduzir a produção. Espero que isso possa trazer uma compreensão de que o trabalho que é necessário e que terá que continuar mesmo em um mundo radicalmente diferente é um trabalho que temos sistematicamente subestimado por séculos, em vez de “as tropas” que estamos tão acostumados a fetichizar.

Tithi Bhattacharya: Eu concordo com James que a produção deve ser reduzida. No entanto, nem todos os tipos de produção. Devemos aumentar a produção de suplementos médicos, alimentos e outros recursos essenciais para a vida. Nos Estados Unidos – o país mais rico do mundo – tenho amigas enfermeiras que vão trabalhar sem o equipamento adequado.

Mas considere-se, por exemplo, as compras online. É lindo poder pedir algumas roupas ou sapatos. Mas temos que nos lembrar que, mesmo que um par de sapatos já esteja feito, quando os encomendamos, eles têm que se deslocar por vários locais de trabalho para chegar à sua porta. Pensemos nos motoristas que fazem isso. Pense nas pessoas que mantêm as paradas de camiões abertas. Pense nas pessoas que limpam aquelas paradas de camiões. Se se está a encomendar medicamentos essenciais online, vá em frente. Mas aquele lindo par de sapatos provavelmente pode esperar.

Normalmente não pensamos no trabalho invisível que está por trás desses sapatos. Não pensamos nos seres humanos nas cadeias de produção e fornecimento que entregam esses sapatos à nossa porta. Mas, nestes tempos de pandemia, temos que pensar nessas pessoas e tentar determinar se devemos arriscar que elas trabalhem e façam isso por nós. É um risco que queremos impor a eles? Trata-se de olhar para o trabalho humano em vez do produto do trabalho humano.

A segunda coisa sobre a frase “apoie as nossas tropas”: acho que precisamos redefinir totalmente as tropas. As nossas trabalhadoras da saúde, as nossas trabalhadoras da produção de alimentos, as nossas trabalhadoras das limpezas, os nossos trabalhadores do lixo: estas são as nossas tropas! Estas são as pessoas que devemos apoiar. Não devemos pensar nas tropas como pessoas que tiram a vida. Temos que pensar nas tropas como pessoas que dão e sustentam a vida.

Sarah Jaffe:  Temos lidado já há décadas com uma recusa em mudar o capitalismo para combater as mudanças climáticas, e agora estamos a ver como as coisas podem mudar rapidamente, com destilarias e até mesmo a Ford planeia passar a fazer desinfetantes para as mãos ou respiradores. Que lições isso nos dá para a luta futura contra a catástrofe climática?

Tithi Bhattacharya: A nossa luta por infra estruturas é necessária, mas não suficiente. Temos que lutar por uma mudança de atitude em relação à organização social. Isso é muito mais difícil do que apenas lutar por conquistas social-democratas. Já sabemos que um aumento na temperatura global colocará em crise nossa capacidade de produzir alimentos a nível global.

Se não forem controladas, as temperaturas vão subir tanto que, em lugares como o Sul da Ásia e a África, a agricultura ao ar livre tornar-se-á impossível durante grande parte do ano e o gado morrerá. Hoje, em Delhi, onde minha família mora, durante grande parte do ano as escolas têm que permanecer fechadas porque está muito quente, e no inverno elas permanecem fechadas por causa da poluição5.

A ameaça à produção de alimentos vai se transformar em crescente sexismo e possivelmente violência para as mulheres em todo o mundo, porque são as mulheres ou pessoas identificadas como mulheres que são “responsáveis” por trazer comida para a mesa e, muitas vezes, por realmente produzi-la. E já existe uma crise de água potável em todo o mundo que vai piorar.

Em outras palavras, a menos que lidemos com as mudanças climáticas com o tipo de urgência com que estamos lidando com o coronavírus hoje, esta pandemia parecerá umas férias em comparação com o que está por vir. O apocalipse climático não será temporário e muitos não terão a opção de abrigo local. 

Estamos agora a ver as medidas extraordinárias que os Estados capitalistas podem tomar para lidar com uma crise. O governo britânico está a assegurar 80% dos salários de muitos trabalhadores. O governo dos EUA está a planear enviar cheques às famílias. Mas se esse tipo de medida e essa ênfase no que realmente é essencial serão retiradas assim que a crise passar, o apocalipse climático virá e não haverá saída.

Após a crise do COVID-19, o capitalismo tentará voltar ao “business as usual”. Os combustíveis fósseis continuarão a ser usados. O nosso trabalho é não deixar o sistema esquecer.

Notas de tradução:

1. “Life-making work” que não tem uma tradução directa em português – é uma expressão criada e utilizada pela autora Tithi Bhattacharya para se referir a todas as tarefas e estabelecimentos que têm como objectivo criar e manter a vida como por exemplo: alimentação, higiene e educação entre muitos outros.

2. Na língua inglesa.

3. Tradução livre não verificada

4.  ICE: US Immigrant and Customs Enforcement’s. É uma agência federal que tem a função do nosso SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

5.

Smog no original. Smog refere-se a uma contração entre duas palavras: “smoke” – fumo e “fog” nevoeiro/névoa. 
Este tipo de poluição do ar visível é composto de óxidos de nitrogênio, óxidos de enxofre, ozônio, fumaça e outras partículas. A poluição causada pelo homem é derivada das emissões da combustão do carvão, emissões veiculares, emissões industriais, incêndios florestais e agrícolas e reações fotoquímicas dessas emissões.

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